In 1840, François Libermann was in Rome with a view to having the creation of a new missionary society accepted and recognised, especially for the “work of the Blacks”. He was at a turning point in his life. Until then, after his childhood and adolescence in the Jewish environment of Saverne, he had seen his life turned upside down first by the ideas of the century, then by his adhesion to Christ. This discovery led him to seek to give himself entirely to Christ in the context of priestly life. Having had his formation interrupted because of his illness, he remained in the environment of religious formation, first in Issy-les-Moulineaux in the Sulpician setting, serving in particular in spiritual accompaniment, then as novice master for the Eudists in Rennes. The call of the mission made him leave Rennes in November 1839 to present the project of a new Congregation in Rome.
After the first discoveries of Roman realities, and then the abandonment by his fellow traveller, Libermann found himself alone, waiting and hoping for the recognition of the foundation of the Congregation. He then wrote what could be a Rule for the missionaries, God willing... It was this Rule1 that he presented and commented on from September 1841 to his novices. Several of them took substantial notes of this teaching (sometimes called gloss) which is taken up in the present novena.
We have selected a series of Libermann’s teachings from the second part of the Rule, chapter 8, entitled “Apostolic Zeal”. This chapter corresponds in large part to the aspects of missionary spirit that he intended to transmit to his novices and to develop in them.
L’année 1840, François Libermann se trouve à Rome en vue de faire accepter et reconnaître la création d’une nouvelle société missionnaire, spécialement destinée à « l’oeuvre des Noirs ». Il se trouve à une période charnière de sa vie. Jusque-là, passées son enfance et son adolescence dans le milieu juif de Saverne, il avait vu sa vie bousculée d’abord par les idées du siècle, puis par son adhésion au Christ. Cette découverte l’a conduit à rechercher à se donner entièrement à lui dans le cadre de la vie sacerdotale. Ayant vu sa formation interrompue du fait de sa maladie, il est resté dans le milieu de la formation religieuse, d’abord à Issy-les-Moulineaux en milieu sulpicien, en servant notamment à des accompagnements spirituels, puis comme maître des novices pour les Eudistes, à Rennes. L’appel de la mission l’avait fait quitter Rennes en novembre 1839 pour présenter le projet d’une nouvelle Congrégation à Rome.
Après les premières découvertes des réalités romaines, puis l’abandon par son compagnon de route, Libermann se retrouve seul, à attendre et à espérer la reconnaissance de la fondation de la Congrégation. Il rédige alors ce qui pourra être une Règle pour les missionnaires, si Dieu le veut… C’est cette Règle 1 qu’il présentera et commentera à partir de septembre 1841 à ses novices. Plusieurs d’entre eux ont pris des notes conséquentes de cet enseignement (appelé parfois glose) qui est repris dans la présente neuvaine.
Nous avons sélectionné une série d’enseignements de Libermann tirés de la deuxième partie de la Règle, au chapitre 8, intitulé le « zèle apostolique ». Ce chapitre correspond en grande partie à la spécificité de l’esprit missionnaire qu’il entend transmettre à ses novices et développer en eux.
Em 1840, Francisco Libermann esteve em Roma com vista a que a criação de uma nova sociedade missionária fosse aceite e reconhecida, especialmente pela “Obra dos Negros”. Encontrava-se num ponto de viragem na sua vida. Até então, tendo passado a sua infância e adolescência no ambiente judeu de Saverne, tinha visto a sua vida virada do avesso primeiro pelas ideias do século, depois pela sua adesão a Cristo. Esta descoberta levou-o a procurar entregar-se inteiramente a Cristo no contexto da vida sacerdotal. Tendo tido a sua formação interrompida devido à sua doença, permaneceu no meio da formação religiosa, primeiro em Issy-les-Moulineaux no meio sulpiciano, ajudando, particularmente, no acompanhamento espiritual, depois como mestre de noviços para os Eudistas em Rennes. O apelo da missão levou-o a deixar Rennes em Novembro de 1839 para apresentar o projeto de uma nova Congregação em Roma.
Após as primeiras descobertas das realidades romanas, e depois do abandono pelo seu companheiro de viagem, Libermann encontrou-se sozinho, insistindo e esperando o reconhecimento da fundação da Congregação. Ele escreveu então o que poderia ser uma Regra para os missionários, se Deus quiser... Foi esta Regra que ele apresentou e comentou a partir de Setembro de 1841 aos seus noviços. Vários deles tomaram notas substanciais deste ensino (por vezes chamadas ‘glosa’), que é retomado na presente novena.
Selecionámos uma série de ensinamentos de Libermann da segunda parte da Regra, capítulo 8, intitulada “Zelo Apostólico”. Este capítulo corresponde em grande parte à especificidade do espírito missionário que pretendia transmitir aos seus noviços e desenvolver neles.