Dans le cadre de la phase actuelle du Plan d’Animation par le Conseil Général, cette neuvaine invite à célébrer le 175e anniversaire de l’union de la Congrégation du Saint-Esprit et de la Société du Saint-Coeur de Marie. Approuvée par le Pape Pie IX, le 10 septembre 1848, cette « fusion » représente un moment charnière dans l’histoire de la Congrégation. Elle permit à la Congrégation du Saint-Esprit de se rénover à travers l’élan missionnaire porté par le père Libermann et la Société du Saint-Coeur de Marie.
Il ne s’agira pas que de rappeler une date. Essentielle est la dimension spirituelle de l’événement et sa signification profonde. Car l’union fut, avant tout, l’oeuvre de la Providence. « Il n’est pas dans l’ordre de la divine Providence, disait Libermann, de susciter deux sociétés pour une oeuvre spéciale, si une seule peut suffire. » Mais encore fallait-il passer par l’épreuve du chemin, avec les pesanteurs des hommes, lents à s’ouvrir à la nouveauté que Dieu faisait.
La neuvaine tente de faire mémoire de ce cheminement. Partant des facteurs de rapprochement entre l’oeuvre de Poullart et celle de Libermann, on traverse les étapes d’un chemin loin d’être tout tracé, chemin à la fois risqué et plein de promesse, qui aboutit à l’union des deux congrégations.
No âmbito da atual fase do Plano de Animação do Conselho Geral, esta novena é um convite a celebrar o 175º aniversário da união da Congregação do Espírito Santo e da Sociedade do Sagrado Coração de Maria. Aprovada pelo Papa Pio IX, a 10 de Setembro de 1848, esta “fusão” representou um momento crucial na história da Congregação. Permitiu que a Congregação do Espírito Santo se renovasse através do impulso missionário do Padre Libermann e da Sociedade do Sagrado Coração de Maria.
Não se trata apenas de recordar uma data. O essencial é a dimensão espiritual do acontecimento e o seu significado profundo. Porque a união foi, acima de tudo, obra da Providência. ‘Não está na ordem da Providência divina’, disse Libermann, ‘criar duas sociedades para uma obra especial, se uma pode ser suficiente. Mas era preciso passar pela prova do caminho, com os fardos dos homens, lentos a abrir-se à novidade que Deus estava a fazer’.
A novena é uma tentativa de recordar este caminho. Partindo das semelhanças entre a obra de Poullart e a de Libermann, percorremos as etapas de um caminho que estava longe de ser claro, um caminho ao mesmo tempo arriscado e cheio de promessas, que conduziu à união das duas congregações.