Dia 5 – Ser espiritano é ser enviado
Ao longo das gerações, uma convicção moldou a nossa maneira de ser: o Espiritano é um enviado. Esta intuição está inscrita na própria história das nossas origens. Está no nosso ADN espiritual.
Spiritans | Congregation of the Holy Spirit
Ao longo das gerações, uma convicção moldou a nossa maneira de ser: o Espiritano é um enviado. Esta intuição está inscrita na própria história das nossas origens. Está no nosso ADN espiritual.
À luz dos nossos Fundadores, a pobreza espiritana surge como um caminho interior onde o homem se deixa moldar por Deus para se tornar fonte de vida apostólica. Implica um desapego material, mas realiza-se sobretudo como uma forma de estar perante Deus: uma atitude que consiste em receber tudo Dele, viver Dele, agir por Ele.
A disponibilidade é uma das características mais constantes da espiritualidade espiritana. É ao mesmo tempo abertura a Deus e atenção aos irmãos e irmãs, um movimento interior que atravessa a nossa história desde Poullart des Places até Libermann e que continua hoje a ser o coração da nossa vocação.
Desde o início, a espiritualidade espiritana traz a marca de uma consagração explícita ao Espírito Santo.
O “Wenje Verde”, é uma iniciativa ambiental e ecológica crucial para combater as mudanças climáticas, restaurar paisagens degradadas e melhorar os meios de subsistência protagonizado pelo Padre José Martins Mandele, C.S.Sp Missionário angolano a trabalhar na Paróquia São João Baptista Wenje, Diocese de Garissa, no Quénia.
A primazia de Deus é o fundamento da espiritualidade espiritana. Ela nasce de um encontro: o de um coração que descobre que Deus o precedeu, que o ama, que o chama para uma vida maior do que ele próprio. Não se pode ser verdadeiramente espiritano sem este encontro fundador. Poullart e Libermann, cada um na sua história, viveram esta reviravolta interior.
Esta novena quer ajudar-nos a deixar que o Espírito renovar em nós a graça da nossa vocação. Que esta novena se torne para cada um de nós um tempo de visitação: que o Espírito nos surpreenda, nos console, nos envie e faça de nós, ainda hoje, espiritanos segundo o coração de Deus.
D. Belmiro Cuica Chissengueti: como Espiritano, foi um enorme prazer ter ajudado na coordenação da visita do Papa a Angola. O Padre Bernard Duchene, missionário Espiritano e a celebrar 50 de missão, em Angola, foi um dos que saudou o Papa Leão XIV, no final do encontro com os missionários.
Um acontecimento para o país e para a Igreja no país. Nesta altura em que esperamos poder fortalecer a nossa comunidade dos Espiritanos na Argélia, esta visita encoraja-nos na nossa vida apostólica, consagrada mais especialmente ao diálogo com os muçulmanos, a viver diariamente de diversas formas.
Para nós, Espiritanos, a visita do Papa foi uma bênção profunda e um apelo renovado à missão. Verdadeiramente, «o Senhor foi bom para connosco, e estamos cheios de alegria». O tema da visita, «Cristo, Luz da Guiné, rumo a um futuro de esperança», captou de forma belíssima tanto a história como a missão da Igreja na Guiné Equatorial, especialmente agora que o país celebra o 170.º aniversário da evangelização.